Abraça-me…abraça-me…abraça-me…
Mesmo de longe
Abraça-me…
Entende-me os teus braços
Para que eu me aninhe
Mansamente
Como se uma aragem fosse
E os teus braços
Numa melodia de siêncio
Numa melodia de siêncio
Me façam esquecer
O vazio imenso que me preenche!
Tão triste nasceu hoje o Verão
ResponderEliminarTão agreste sopra este colérico vento
Tão molhada está esta verde terra
Tão cinza está um coração em desalento
Mentem os que disserem que perdi a Lua
Os que profetizaram o meu futuro de luz
Mentem os que acharam que não me visto de sentimento
Os que acham que apenas a mentira seduz
Acolhi no olhar todas as coléricas vagas que alcancei
Abracei uma roseira e senti o golpe dos espinhos
Senti o aroma errante das hortênsias
Numa viagem por sete caminh
Bom fim de semana
Doce beijo
Cá está o "vazio imenso que me preenche" sobre o qual já "dissertei"
ResponderEliminarnoutro local, onde aparece pare deste poema.
É muito difícil,comentar um poema, pode sempre ter mais que uma leitura e eu não ouso meter-me por atalhos que não conheço, até porque, como diz noutros posts, tem "um problema" com a ausência da filha.
Não vou comentar tudo o que li, farei isso em futuros posts, mas ainda vou deixar o meu rasto em mais um ou dois comentários.
Espero é poder ler mais posts, quando conseguir vencer a preguiça que a "invade". Ou não?
Abraço.
PS: Percebe agora porque eu disse que o anzol andava sempre de braço dado com o peixe? :)
Espero que me visite lá na minha caverna, no meio das algas...