domingo, 12 de agosto de 2012

ABRAÇA-ME...

Abraça-me…abraça-me…abraça-me…
Mesmo de longe
Abraça-me…
Entende-me os teus braços
Para que eu me aninhe
Mansamente
Como se uma aragem fosse
E os teus braços
Numa melodia de siêncio
Me façam esquecer
O vazio imenso que me preenche!

2 comentários:

  1. Tão triste nasceu hoje o Verão
    Tão agreste sopra este colérico vento
    Tão molhada está esta verde terra
    Tão cinza está um coração em desalento

    Mentem os que disserem que perdi a Lua
    Os que profetizaram o meu futuro de luz
    Mentem os que acharam que não me visto de sentimento
    Os que acham que apenas a mentira seduz

    Acolhi no olhar todas as coléricas vagas que alcancei
    Abracei uma roseira e senti o golpe dos espinhos
    Senti o aroma errante das hortênsias
    Numa viagem por sete caminh

    Bom fim de semana

    Doce beijo

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  2. Cá está o "vazio imenso que me preenche" sobre o qual já "dissertei"
    noutro local, onde aparece pare deste poema.
    É muito difícil,comentar um poema, pode sempre ter mais que uma leitura e eu não ouso meter-me por atalhos que não conheço, até porque, como diz noutros posts, tem "um problema" com a ausência da filha.
    Não vou comentar tudo o que li, farei isso em futuros posts, mas ainda vou deixar o meu rasto em mais um ou dois comentários.
    Espero é poder ler mais posts, quando conseguir vencer a preguiça que a "invade". Ou não?
    Abraço.

    PS: Percebe agora porque eu disse que o anzol andava sempre de braço dado com o peixe? :)
    Espero que me visite lá na minha caverna, no meio das algas...

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